Aproveitando o gancho do futebol, vou falar rapidinho do Wagner Love. Ok, não tenho tantas fontes sobre ele, quanto do Adriano, mas nesse caso, não envolve algo tão pessoal...
Você viu em alguma capa de jornal o nome do Love escancarado antes dessa confusão na Rocinha? Viu alguém comentar que o nosso querido cabelo de medusa estava jogando bem pra cacete, mesmo sem o Impera? Viu algum cronista de futebol dedicando reportagens completas sobre a vida de nosso astro do amor? Não né?
Pois é... O cara tava comendo a bola, jogando pra cacete, com uma media de gols absurda e ainda assim muito pouco se lia sobre ele. Mas foi só sair uma materia onde ele aparece ao lado de traficantes pro cara sair da meiuca do caderno de esportes e parar na capa dos jornais! E não digo nem aqueles que 50 centavos não, to falando dos grandes jornais!!
Ah, então tá!
Agora vamos à hipocrisia da nossa imprensa e do governo. O cara aparece ao lado de traficantes armados na MAIOR FAVELA DO RIO DE JANEIRO e será imtimado para dar maiores esclarecimentos. Porque, claro, foi ele que trouxe as armas lá da Russia e instalou o poder paralelo na comunidade, né. E eu jurando que isso era fruto da falta de presença do Estado em comunidade pobres. Muita sacanagem ter chamado o nosso governo de frouxo e omisso com relação a segurança publica no estado, quando na verdade o artilheiro do amor municiou todos os 275.587 traficantes da Rocinha. Que fora eu dei! Devo ser processada?
Ah! Faça-me o favor!! Quer dizer que ninguém sabia que a rocinha tem traficante armado? Que nos bailes funks – que a policia sabe quando e onde vão acontecer- as armas são expostas para quem quiser ver? Ninguém sabia disso? Qual será a proxima rvelação bombastica? Beira-mar um testa de ferro, Kut foi assassinado, Elza Soares fez algumas plasticas? Ah porra, pára, né?
O que ficou provado? Que ele estava perto de homens armados? Que ele viu armas de verdade? Ah sim... Grande acusações. A minha tia que teve a casa invadida ano passado também viu homens armados! E sabe o que é engraçado? As pessoas pagas para tentar prender os caras armados que a minha Tia viu, estão mais preocupados em saber quem o Wagner Love conhece... Isso é Brasil! Welcome!
sábado, 20 de março de 2010
Deixa o menino
Não toquei no assunto antes porque realmente não tinha informações suficientes para palpitar e, ao contraio da midia de massa, eu gosto de ter fontes de informações seguras quando trato de um assunto.
Adriano, por mais incrivel ou absurdo que possa parecer, é so um menino. Um menino que saiu do seu pais injustiçado pela propria torcida, sendo chamado de “Bonecão do Posto” e virou idolo na Europa. Mas não era isso que ele queria. Adriano não joga pelo dinheiro, ou não so pelo dinheiro. Adriano faz parte de uma seleta e quase extinda estirpe de jogadores que enxergam o futebol com algo que vai além do dinheiro. Ele gosta de dinheiro, ele gosta de ver a mãe confortavel em sua casa nova, ele gosta de fazer festas “regadas” para os amigos, ele gosta de presenter quem ele ama com mimos caros. Assim como eu, você e os comentaristas esportivos.
Mas ele, ao contrario de tantos outros, não vê só o dinheiro quando joga. Ele ve o prazer, o espetaculo, a beleza do futebol. Adriano ve os campos de terra batida da Vila Cruzeiro onde eu, vc e os cronistas esportivos nunca pisamos. Ele ve o que a maioria não ve.
Ele tem problemas com o alcool? Tem. Mas o meu pai tem, seu vizinho tem, o dono daquela empresa grande tem. E isso, vale lembrar, é uma doença. Estranho como a imprensa gosta de fazer dois pesos e duas medidas, não? Na teoria, todos assumem que o alcoolismo é uma doença, assim como a depressão, a cleptomania, a rubeola ou a gripe Suina. Programas de televisão mostram novas pesquisas, tratamentos e descobertas da ciencia acerca desse assunto etilico, mas, quando temos um fato escancarado, o que o nosso 4º poder faz? Cai de pau em cima do DOENTE! Muito coerente, não? Afinal eles fazem o mesmo quando alguém fica gripado, tem cancer ou caxumba! Ah, não... Não fazem não. É verdade... Todos se solidarizam com a dor do proximo porque ele está doente.
Ué, mas pera ai... O Adriano também não está doente, ora? Então porque ninguém se solidariza com ele? Por que a doença dele se chama alcoolismo e na nossa cabeça isso não é doença, é defeito? Ah tá, entendi.
Li um texto do Lédio Carmona dias desses, dizendo que o futebol no Brasil não cresce, em muito, porque a imprensa ESPORTIVA ainda insiste em saber como foi a festa do Adriano regada a bebida e mulheres à falar do ultimo treino no Ninho do Urubu. E eu concordo. Quando ele falta ao treino, tem que se debater as consequencias disso, a imprudencia, o tipo de punição que deve ser aplicada e não ir à Chatuba contar quantas pedras a Joana atirou nele ou quantas ruivas, loiras e morenas haviam na festinha. Confunde-se jornalismo esportivo com jornalismo sensasionalista, e isso, meus caros, é uma vergonha.
Aposto o que for, dou a minha cara a premio, mas eu boto a minha mão no fogo pelo Imperador. Ele nunca seria capaz de bater numa mulher, amarra-la numa arvore ou consumir drogas, nem mesmo sob efeito do alcool.
Gostaria muito que a vida desses “grandes jornalistas esportivos” fosse devassada da mesma forma que fazem com o Imperador. Será que todos tem um passado limpo, perfeito e são as madres Teresas que pintam?
Deixa o menino me paz.
Adriano, por mais incrivel ou absurdo que possa parecer, é so um menino. Um menino que saiu do seu pais injustiçado pela propria torcida, sendo chamado de “Bonecão do Posto” e virou idolo na Europa. Mas não era isso que ele queria. Adriano não joga pelo dinheiro, ou não so pelo dinheiro. Adriano faz parte de uma seleta e quase extinda estirpe de jogadores que enxergam o futebol com algo que vai além do dinheiro. Ele gosta de dinheiro, ele gosta de ver a mãe confortavel em sua casa nova, ele gosta de fazer festas “regadas” para os amigos, ele gosta de presenter quem ele ama com mimos caros. Assim como eu, você e os comentaristas esportivos.
Mas ele, ao contrario de tantos outros, não vê só o dinheiro quando joga. Ele ve o prazer, o espetaculo, a beleza do futebol. Adriano ve os campos de terra batida da Vila Cruzeiro onde eu, vc e os cronistas esportivos nunca pisamos. Ele ve o que a maioria não ve.
Ele tem problemas com o alcool? Tem. Mas o meu pai tem, seu vizinho tem, o dono daquela empresa grande tem. E isso, vale lembrar, é uma doença. Estranho como a imprensa gosta de fazer dois pesos e duas medidas, não? Na teoria, todos assumem que o alcoolismo é uma doença, assim como a depressão, a cleptomania, a rubeola ou a gripe Suina. Programas de televisão mostram novas pesquisas, tratamentos e descobertas da ciencia acerca desse assunto etilico, mas, quando temos um fato escancarado, o que o nosso 4º poder faz? Cai de pau em cima do DOENTE! Muito coerente, não? Afinal eles fazem o mesmo quando alguém fica gripado, tem cancer ou caxumba! Ah, não... Não fazem não. É verdade... Todos se solidarizam com a dor do proximo porque ele está doente.
Ué, mas pera ai... O Adriano também não está doente, ora? Então porque ninguém se solidariza com ele? Por que a doença dele se chama alcoolismo e na nossa cabeça isso não é doença, é defeito? Ah tá, entendi.
Li um texto do Lédio Carmona dias desses, dizendo que o futebol no Brasil não cresce, em muito, porque a imprensa ESPORTIVA ainda insiste em saber como foi a festa do Adriano regada a bebida e mulheres à falar do ultimo treino no Ninho do Urubu. E eu concordo. Quando ele falta ao treino, tem que se debater as consequencias disso, a imprudencia, o tipo de punição que deve ser aplicada e não ir à Chatuba contar quantas pedras a Joana atirou nele ou quantas ruivas, loiras e morenas haviam na festinha. Confunde-se jornalismo esportivo com jornalismo sensasionalista, e isso, meus caros, é uma vergonha.
Aposto o que for, dou a minha cara a premio, mas eu boto a minha mão no fogo pelo Imperador. Ele nunca seria capaz de bater numa mulher, amarra-la numa arvore ou consumir drogas, nem mesmo sob efeito do alcool.
Gostaria muito que a vida desses “grandes jornalistas esportivos” fosse devassada da mesma forma que fazem com o Imperador. Será que todos tem um passado limpo, perfeito e são as madres Teresas que pintam?
Deixa o menino me paz.
sexta-feira, 5 de março de 2010
A turma do Dantas não para!
“Por quatro a um, a 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu negar nesta quinta-feira (4) habeas corpus ao banqueiro Daniel Dantas e manter todos os atos da Operação Satiagraha, da Polícia Federal, na qual foi preso o sócio-fundador do Opportunity, em julho de 2008. A decisão mantém o juiz Fausto Martin De Sanctis à frente do caso.”
Fonte: Site UOL notícias. 05/03/2010
Leia noticia na integra aqui [inserir link]
O que eu acho muito interessante nessa questão da Satiagraha foram os desdobramentos dela ao longo desses quase três anos. Além de todo escândalo envolvendo o Daniel Dantas e sua turma, tivemos a prova máxima que, no Brasil, todo mundo tem algum tipo de rabo preso e quem não tem, paga o preço por isso.
Vejamos o Protógenes, que no fim das contas acabou virando réu num processo por violação de sigilo e foi amplamente perseguido por investigar a fundo as denúncias de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Pelo que consta, ele realmente não tinha nenhum ponto solto a ser explorado pela “Defesa” do Dantas, mas logo se descobriu a violação de sigilo e isso foi o suficiente para denegrir sua imagem. Protogenes foi afastado.
Temos agora o De Sanctis sendo acusado de não ser idôneo no julgamento do caso. Trocando em miúdos, o que a defesa alega é que o juiz quis, digamos, “aparecer”, já que a decisão para prender o Daniel Dantas geraria grande repercussão tendo em vista que no Brasil são raríssimos os casos de ricos que são condenados. Entendeu a lógica usada por eles? Isso, meu caro, é o Direito no Brasil.
Não duvidem: Muitos outros serão puxados para o banco dos Réus até o fim (ou não) desse caso. Quanto mais disperso estiver o foco do Dantas, mais facilmente ele passará impune...
Fonte: Site UOL notícias. 05/03/2010
Leia noticia na integra aqui [inserir link]
O que eu acho muito interessante nessa questão da Satiagraha foram os desdobramentos dela ao longo desses quase três anos. Além de todo escândalo envolvendo o Daniel Dantas e sua turma, tivemos a prova máxima que, no Brasil, todo mundo tem algum tipo de rabo preso e quem não tem, paga o preço por isso.
Vejamos o Protógenes, que no fim das contas acabou virando réu num processo por violação de sigilo e foi amplamente perseguido por investigar a fundo as denúncias de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Pelo que consta, ele realmente não tinha nenhum ponto solto a ser explorado pela “Defesa” do Dantas, mas logo se descobriu a violação de sigilo e isso foi o suficiente para denegrir sua imagem. Protogenes foi afastado.
Temos agora o De Sanctis sendo acusado de não ser idôneo no julgamento do caso. Trocando em miúdos, o que a defesa alega é que o juiz quis, digamos, “aparecer”, já que a decisão para prender o Daniel Dantas geraria grande repercussão tendo em vista que no Brasil são raríssimos os casos de ricos que são condenados. Entendeu a lógica usada por eles? Isso, meu caro, é o Direito no Brasil.
Não duvidem: Muitos outros serão puxados para o banco dos Réus até o fim (ou não) desse caso. Quanto mais disperso estiver o foco do Dantas, mais facilmente ele passará impune...
quinta-feira, 4 de março de 2010
A volta do velho bigode
De acordo com a coluna da Ilimar Franco de hoje no O Globo, o presidente Lula pretende se licenciar do cargo para se dedicar integralmente à campanha de Dilma. O objetivo seria de fortalecer a imagem da candidata, principalmente porque, a partir de Abril, ela entrara em campanha e estará, oficialmente, impedida de usar a maquina publica para autopromoção. Ainda segundo a coluna, Lula teria dito que “ Eleger a Dilma é uma das coisas mais importantes do meu governo. Para dar continuidade às coisas boas.”
Agora, vamos aos fatos.
Quer dizer, Sr. Presidente, que a partir de Agosto o mundo vai parar, né? Porque só assim para que um presidente se licencie de suas atividades para auxiliar a campanha de um candidato Bem sabemos que nesse período, restarão poucos meses para o fim do seu mandato, mas isso não justifica sua atitude. E ainda temos como agravante o fato do Sarney assumir a presidência durante o período, já que o Alencar o Temer virão candidatos também.
Só mesmo no Brasil para isso acontecer. O Sarney, que até poucos meses atrás estava com a cabeça a prêmio e sendo massacrado pela mídia pelas diversos casos de corrupção, será o nosso presidente interino. Depois de tantas denúncias, tantos escândalos, o que acontece com o grande Marajá do Maranhão? Nada! Não houve cassação, prisão, linchamento público, absolutamente nada! E nosso digníssimo Filho do Brasil, como forma de reparar tamanhos erros com seu amigo de longa data, lhe da a cadeira da presidência no apagar das luzes. Dá para acreditar nisso? Dá pra levar fé na política brasileira?
Por isso que meu voto continua sendo do Nulo, o nosso melhor candidato.
Agora, vamos aos fatos.
Quer dizer, Sr. Presidente, que a partir de Agosto o mundo vai parar, né? Porque só assim para que um presidente se licencie de suas atividades para auxiliar a campanha de um candidato Bem sabemos que nesse período, restarão poucos meses para o fim do seu mandato, mas isso não justifica sua atitude. E ainda temos como agravante o fato do Sarney assumir a presidência durante o período, já que o Alencar o Temer virão candidatos também.
Só mesmo no Brasil para isso acontecer. O Sarney, que até poucos meses atrás estava com a cabeça a prêmio e sendo massacrado pela mídia pelas diversos casos de corrupção, será o nosso presidente interino. Depois de tantas denúncias, tantos escândalos, o que acontece com o grande Marajá do Maranhão? Nada! Não houve cassação, prisão, linchamento público, absolutamente nada! E nosso digníssimo Filho do Brasil, como forma de reparar tamanhos erros com seu amigo de longa data, lhe da a cadeira da presidência no apagar das luzes. Dá para acreditar nisso? Dá pra levar fé na política brasileira?
Por isso que meu voto continua sendo do Nulo, o nosso melhor candidato.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Eu sou
Outro dia li um texto da Martha Medeiros sobre a definição de quem é você. Segundo ela, nos somos as coisas que gostamos, as experiências que vivemos, nossos sonhos, modo de viver, etc... Resolvi fazer uma definição de quem sou eu:
Eu sou cabelo cacheado, unha vermelha e quase nunca perfume. Sou corrida no Aterro bem cedinho, não sou academia. Sou Paissandu, Marques de Abrantes, Farani, as vezes Ataulfo, nunca Sernambetiba, Américas e Ayrton Senna. Eu sou Petrópolis, Paraty, Cabo Frio. Sou Itália, Indonésia, África do Sul, Holanda, talvez Austrália, não sou Estados Unidos. Sou Original, Colorado Appia, Skol e Itaipava - pq não? Sou vestido, mochila, rasteirinha, tênis, mas ultimamente tenho sido mais bico fino. Sou piscina, mas também sou mar. Sou sol, sol, sol! Sou Reserva, Prainha, definitivamente não sou Posto 9. Sou Havaianas, nunca Ipanema. Sou metade Zona sul, metade Zona Norte. Sou Kardec, Leon Denis, Bezerra de Menezes. Sou trem, metrô e ônibus, quase nunca barca. Sou churrasco, cerveja e amigos. Não sou vinho, mas sou muito tequila. Sou Lapa, deposito-itaipava-um-real, Circo Voador, Teatro Odisséia e Democráticos. Sou Casa Rosa, Espelunca Chic, Mud Bug, não sou Melt. Sou Leoni, Candeia, Cartola, Teatro Mágico, Elis, Legião Urbana, DJ Marlboro... Sou Samba, não sou pagade, mas sou funk, devo confessar. Sou carnaval de Rua, Bloco com marchinha, não sou Axé! Sou pulo, grito, multidão. Sou megafone, não sou sussurro. Sou Vila Isabel, Salgueiro e Portela, não sou Grande Rio. Sou Angelina, não sou Nicole. Sou chocolate, lasanha, pipoca, bolo. Sou Coca-cola, as vezes guaraná Antártica, quase nunca suco. Sou Tia, muito tia, filha, irmã e amiga. Sou mãe de quem precisa. Sou colo, ouvido e ombro. Sou cinema blockbuster. Sou teatro, mas só pra rir. Sou solidão quando convém. Sou choro quando tenho que limpar a alma. Sou sorriso largo quase sempre. Sou sono (mto sono!) as quatro da manha. Sou camisola, não sou pijama. Sou uma peça só, não dou detalhes. Sou raio, trovão e trovoada. Furacão e tempestade. Sou mar agitado. Estou mar calmo.
E vc, quem é vc?
Eu sou cabelo cacheado, unha vermelha e quase nunca perfume. Sou corrida no Aterro bem cedinho, não sou academia. Sou Paissandu, Marques de Abrantes, Farani, as vezes Ataulfo, nunca Sernambetiba, Américas e Ayrton Senna. Eu sou Petrópolis, Paraty, Cabo Frio. Sou Itália, Indonésia, África do Sul, Holanda, talvez Austrália, não sou Estados Unidos. Sou Original, Colorado Appia, Skol e Itaipava - pq não? Sou vestido, mochila, rasteirinha, tênis, mas ultimamente tenho sido mais bico fino. Sou piscina, mas também sou mar. Sou sol, sol, sol! Sou Reserva, Prainha, definitivamente não sou Posto 9. Sou Havaianas, nunca Ipanema. Sou metade Zona sul, metade Zona Norte. Sou Kardec, Leon Denis, Bezerra de Menezes. Sou trem, metrô e ônibus, quase nunca barca. Sou churrasco, cerveja e amigos. Não sou vinho, mas sou muito tequila. Sou Lapa, deposito-itaipava-um-real, Circo Voador, Teatro Odisséia e Democráticos. Sou Casa Rosa, Espelunca Chic, Mud Bug, não sou Melt. Sou Leoni, Candeia, Cartola, Teatro Mágico, Elis, Legião Urbana, DJ Marlboro... Sou Samba, não sou pagade, mas sou funk, devo confessar. Sou carnaval de Rua, Bloco com marchinha, não sou Axé! Sou pulo, grito, multidão. Sou megafone, não sou sussurro. Sou Vila Isabel, Salgueiro e Portela, não sou Grande Rio. Sou Angelina, não sou Nicole. Sou chocolate, lasanha, pipoca, bolo. Sou Coca-cola, as vezes guaraná Antártica, quase nunca suco. Sou Tia, muito tia, filha, irmã e amiga. Sou mãe de quem precisa. Sou colo, ouvido e ombro. Sou cinema blockbuster. Sou teatro, mas só pra rir. Sou solidão quando convém. Sou choro quando tenho que limpar a alma. Sou sorriso largo quase sempre. Sou sono (mto sono!) as quatro da manha. Sou camisola, não sou pijama. Sou uma peça só, não dou detalhes. Sou raio, trovão e trovoada. Furacão e tempestade. Sou mar agitado. Estou mar calmo.
E vc, quem é vc?
Medinho de mulé
Sábado eu fui encontrar com uma amiga aqui no Devassa da Senador Vergueiro. Fazia muito tempo que a gente não se via, e até foi bom revê-la, pena que tenha sido por um motivo tão ruim.
Ela namorava há uns dois anos com um cara super gente boa, feio é verdade, mas gente finíssima!! E de uma hora pra outra ele surtou e terminou com ela. Eu, que já vivi esse filme, fiquei com uma grande duvida: o que está acontecendo com os homens? Tentei lembrar de algumas surtadas de homens que eu conheço e fiquei pasma com a quantidade de homens que terminam namoros, assim, da noite pro dia.
De cara, lembrei de uns três.
1º caso – Mangá-boy e Miss Simpatia: namoravam há três anos. Ela: simpática, se dava bem com todos os amigos dele e era super alto astral. Ele: feio, meio anti-social, implicava com as pessoas e era meio deprê. De uma hora pra outra ele terminou com ela e engatou um namoro com uma esquisita que gostava de mangá e fazia cosplay. Meses depois ele se arrependeu e eles voltaram. Estão de casamento marcado pro ano que vem.
2º caso – Escoteiro e Fátima Bernardes – namoravam há quatro anos. Ela: bonita, super inteligente, fadada ao sucesso profissional, com um refinado humor sarcástico, adorava sair e fazia amizade fácil. Ele: natureba, caseiro, não tinha grandes planos futuros e tinha aversão a novas amizades fora do nosso circulo. De uma hora pra outra começaram a brigar, depois de quatro anos sem nenhuma discussão séria, e terminaram sob a alegação dele de que a amava de mais e só isso já bastava, não precisavam estar juntos. Reataram depois disso, mas, ai, parece que foi ela que chutou o balde e caiu na pista. Ele não acompanhou. Terminaram há dois meses.
3º Caso – (o dessa amiga) Obina e Rebelde arrependida – namoravam há dois anos. Ela: alegre, extrovertida, alto astral, porra louca e independente. Ele: feio pra cacete, submisso a mãe, com poucos amigos e tímido. Ela tinha abandonado a vida “de pista” para ficar sério com ele (nunca tinha visto ela fazer isso) e deu muita força quando ele tava na merda tentando se libertar das garras da mãe maluca. Depois que ele saiu de casa e foi morar sozinho, viu seu dinheiro sumir em contas e deu uma pirada. A gota d’agua foi quando ela ganhou da tia uma proposta de passar uns dias em Nova York ( e ele não poderia ir) e ele deu um piti. Terminaram há uma semana.
Ainda teriam outros casos, mas eu não saberia dizer os detalhes.
O curioso é que em todos os casos, há um traço em comum: as mulheres eram bem sucedidas e resolvidas, e os caras parecem não ter agüentado a pressão. Será que os homens ainda não sabem lidar com o sucesso e independência das mulheres? Por que será que isso os assusta tanto? Nenhuma delas queria competir com eles, nem humilhá-los... Estavam sendo elas mesmas, mas sempre dando força pro parceiro. Não é isso que os homens tanto querem? Uma mulher que fique ao seu lado e que o apóie? Então, meu Deus, pra que esse medinho todo?
Vai entender...
Ela namorava há uns dois anos com um cara super gente boa, feio é verdade, mas gente finíssima!! E de uma hora pra outra ele surtou e terminou com ela. Eu, que já vivi esse filme, fiquei com uma grande duvida: o que está acontecendo com os homens? Tentei lembrar de algumas surtadas de homens que eu conheço e fiquei pasma com a quantidade de homens que terminam namoros, assim, da noite pro dia.
De cara, lembrei de uns três.
1º caso – Mangá-boy e Miss Simpatia: namoravam há três anos. Ela: simpática, se dava bem com todos os amigos dele e era super alto astral. Ele: feio, meio anti-social, implicava com as pessoas e era meio deprê. De uma hora pra outra ele terminou com ela e engatou um namoro com uma esquisita que gostava de mangá e fazia cosplay. Meses depois ele se arrependeu e eles voltaram. Estão de casamento marcado pro ano que vem.
2º caso – Escoteiro e Fátima Bernardes – namoravam há quatro anos. Ela: bonita, super inteligente, fadada ao sucesso profissional, com um refinado humor sarcástico, adorava sair e fazia amizade fácil. Ele: natureba, caseiro, não tinha grandes planos futuros e tinha aversão a novas amizades fora do nosso circulo. De uma hora pra outra começaram a brigar, depois de quatro anos sem nenhuma discussão séria, e terminaram sob a alegação dele de que a amava de mais e só isso já bastava, não precisavam estar juntos. Reataram depois disso, mas, ai, parece que foi ela que chutou o balde e caiu na pista. Ele não acompanhou. Terminaram há dois meses.
3º Caso – (o dessa amiga) Obina e Rebelde arrependida – namoravam há dois anos. Ela: alegre, extrovertida, alto astral, porra louca e independente. Ele: feio pra cacete, submisso a mãe, com poucos amigos e tímido. Ela tinha abandonado a vida “de pista” para ficar sério com ele (nunca tinha visto ela fazer isso) e deu muita força quando ele tava na merda tentando se libertar das garras da mãe maluca. Depois que ele saiu de casa e foi morar sozinho, viu seu dinheiro sumir em contas e deu uma pirada. A gota d’agua foi quando ela ganhou da tia uma proposta de passar uns dias em Nova York ( e ele não poderia ir) e ele deu um piti. Terminaram há uma semana.
Ainda teriam outros casos, mas eu não saberia dizer os detalhes.
O curioso é que em todos os casos, há um traço em comum: as mulheres eram bem sucedidas e resolvidas, e os caras parecem não ter agüentado a pressão. Será que os homens ainda não sabem lidar com o sucesso e independência das mulheres? Por que será que isso os assusta tanto? Nenhuma delas queria competir com eles, nem humilhá-los... Estavam sendo elas mesmas, mas sempre dando força pro parceiro. Não é isso que os homens tanto querem? Uma mulher que fique ao seu lado e que o apóie? Então, meu Deus, pra que esse medinho todo?
Vai entender...
É o amor!!
Se tem uma coisa que sempre me intriga, é esse preconceito musical que as pessoas tem... Eu, particularmente, ouço de tudo e filtro de acordo com o meu gosto, seja qual gênero for.
Uma musica que eu acho linda, mas que neguinho taca pedra, é “É o amor”. Alguém já parou pra ler a letra dessa musica? É de uma simplicidade e beleza incríveis! Apenas um homem dizendo que ama uma mulher... Admitindo todo o seu amor e a sua fraqueza sem ela.
Tenho algumas estrofes preferidas:
“Eu não vou negar que eu sou louco por você” – Simples, não? Ele parece ter cansado de negar que era apaixonado por ela e resolveu falar.
“Eu não vou negar,você é meu doce mel, meu pedacinho de céu “– Ok, doce mel é um tanto brega, mas olha a segunda parte. Pedacinho do CEU, gente... Como se ela trouxesse paz pra ele, tamanho o amor. Guti-guti.
“A paz que eu preciso pra sobreviver” – Olha ai! O que eu disse?
E fez eu entender que a vida é nada sem você – Tem coisa mais linda alguém te dizer isso? Eu te amo e ponto final.
A amarração da musica é toda bonitinha... Feita pra ser uma declaração simples mesmo.
Eu gosto, e vc?
Uma musica que eu acho linda, mas que neguinho taca pedra, é “É o amor”. Alguém já parou pra ler a letra dessa musica? É de uma simplicidade e beleza incríveis! Apenas um homem dizendo que ama uma mulher... Admitindo todo o seu amor e a sua fraqueza sem ela.
Tenho algumas estrofes preferidas:
“Eu não vou negar que eu sou louco por você” – Simples, não? Ele parece ter cansado de negar que era apaixonado por ela e resolveu falar.
“Eu não vou negar,você é meu doce mel, meu pedacinho de céu “– Ok, doce mel é um tanto brega, mas olha a segunda parte. Pedacinho do CEU, gente... Como se ela trouxesse paz pra ele, tamanho o amor. Guti-guti.
“A paz que eu preciso pra sobreviver” – Olha ai! O que eu disse?
E fez eu entender que a vida é nada sem você – Tem coisa mais linda alguém te dizer isso? Eu te amo e ponto final.
A amarração da musica é toda bonitinha... Feita pra ser uma declaração simples mesmo.
Eu gosto, e vc?
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